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segunda-feira, 25 de abril de 2011
Kiko Loureiro em Macapá
Calma gente, não é o Angra que virá é só o Kiko. heheh!
Em seus workshops o músico aborda composição e análise musical, temas importantes para o conhecimento de aspirantes da arte que alterna sons e silêncio. Loureiro também fala sobre trajetória musical, técnica e toca faixas de diversas fases da carreira.
Será que vai rolar Carry On?
LOCAL: TEATRO DAS BACABEIRAS
DATA: 12/05
HORA:18H
INSCRIÇÕES:ESCOLA DE MÚSICA ACORDES/PLAY SOM(MACAPÁ SHOPPING E SANTANA)
VALOR: R$20(ATÉ DIA 30/04)
BARRABÁS - Poison Fruit

BARRABÁS
“Poison Fruit”
Independente – Nac.
Mesmo sendo um grupo com certo tempo de estrada, o Barrabás não tem seu nome tão difundido no meio Underground nacional. Talvez isso se dê em razão do tempo que passou inativa (banda surgiu em 1990, parou suas atividades em 1992 e voltou a ativa em 2007). “Poison Fruit” é a primeira Demo da banda, e mostra um Black Metal que se alterna entre o ríspido, violento e veloz, com passagens mais cadenciadas e trabalhadas, como já ouvido na primeira música, homônima ao título da Demo. Algumas linhas de guitarras, mais velozes, chegam a lembrar o Mayhem e algumas bandas nórdicas do estilo. Mas fica claro, no decorrer das músicas apresentadas nessa primeira Demo, que o Barrabás procura seguir uma linha própria, acrescentando algumas ideias de andamentos bem interessantes. Os vocais utilizados também mostram alternância, indo de momentos mais graves e agonizantes, a passagens mais gritadas e desesperadoras, como ouvido em “Dark Crusade to the Light’s Bane”, que também apresenta uma boa mescla entre andamentos mais velozes e cadenciados/pesados. Menciono, aqui, que o material que recebi veio bem simplório, inclusive não informando os títulos das músicas, mas tenho a informação de que essa Demo foi lançada pela Nyarlathotep Records, numa inovadora embalagem Slip Pack MCD, material este que já se encontra esgotado. A gravação está num bom nível, deixando toda a parte instrumental bem audível e com uma boa equalização, onde nenhum instrumento se sobrepôs a outro. Boa Demo, de uma boa banda de Black Metal, e que vale à pena ser conferida.
Contatos: A/C Kadax Azuhos. Caixa Postal 838. Assis/SP. CEP: 19.814-970.
Contatos: A/C Kadax Azuhos. Caixa Postal 838. Assis/SP. CEP: 19.814-970.
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Livro "Trevas Sobre a Luz: O Underground do Heavy Metal Extremo no Brasil" é lançado
Trevas sobre a luz: o underground do heavy metal no Brasil é um primoroso estudo de antropologia urbana sobre o metal extremo, um gênero musical que produz um som “pesado” e “brutal” e vem acompanhado de um imaginário que estiliza o mal, o abjeto, o horror. Tudo isso é objeto de um fascinante percurso, por cujos meandros somos firmemente guiados pelo autor, no qual a música emerge como o centro organizador de uma prática urbana complexa e múltipla.
Em seus capítulos, a pesquisa do sociólogo Leonardo Carbonieri Campoy procura compreender a organização de meios de comunicação específicos que resultaram na configuração de um espaço social de produção de metal extremo no Brasil e as percepções dos praticantes do underground acerca desse espaço social de produção musical. Além disso, o estudo busca apreender tal estilo do metal extremo como um modo de inserção na cidade.
Ao agregar pessoas interessadas na composição, audição, apresentação, gravação, distribuição e venda do metal extremo, o underground configura laços afetivos, promove visões de mundo e instaura redes de troca e circulação específicas. A tese de que a música é atividade social por excelência e um modo de inserção no ambiente urbano encontra-se exemplarmente demonstrada neste livro. Leonardo Carbonieri Campoy encontrou na perspectiva antropológica o caminho para a vigorosa expressão de uma experiência de vida transformada e traduzida em conhecimento agora compartilhado.
Sobre o autor: Leonardo Carbonieri Campoy é bacharel em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Paraná e mestre em Sociologia e Antropologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atualmente, é professor de Sociologia no Ensino Médio e na graduação no Grupo Bom Jesus de Ensino, em Curitiba (PR).
Características do Livro:
Altura: 21 cm.
Largura: 14 cm.
Profundidade: 1,5 cm.
Acabamento : Brochura
Edição : 1 / 2011
Idioma : Português
Número de Páginas : 313
Ao agregar pessoas interessadas na composição, audição, apresentação, gravação, distribuição e venda do metal extremo, o underground configura laços afetivos, promove visões de mundo e instaura redes de troca e circulação específicas. A tese de que a música é atividade social por excelência e um modo de inserção no ambiente urbano encontra-se exemplarmente demonstrada neste livro. Leonardo Carbonieri Campoy encontrou na perspectiva antropológica o caminho para a vigorosa expressão de uma experiência de vida transformada e traduzida em conhecimento agora compartilhado.
Sobre o autor: Leonardo Carbonieri Campoy é bacharel em Ciências Sociais pela Universidade Federal do Paraná e mestre em Sociologia e Antropologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atualmente, é professor de Sociologia no Ensino Médio e na graduação no Grupo Bom Jesus de Ensino, em Curitiba (PR).
Características do Livro:
Altura: 21 cm.
Largura: 14 cm.
Profundidade: 1,5 cm.
Acabamento : Brochura
Edição : 1 / 2011
Idioma : Português
Número de Páginas : 313
Fonte: Editora Alameda
Michael Kiske e Kai Hansen Juntos novamente!
o album do UNISONIC está previsto para o fim desse ano e com toda a certeza será o mais esperado.vamos torcer para uma possivel tour no Brasil.depois de mais de uma decada quem sabe podemos relembrar aqueles momentos classicos que ambos fizeram nos keepers do helloween!!
Eduardo Cavalcante
segunda-feira, 18 de abril de 2011
THE ORDHER: Banda encerra suas atividades
O guitarrista Fabiano Penna acaba de informar o encerramento das atividades de sua banda, THE ORDHER. Abaixo segue a carta enviada ao público:
“A banda gaúcha THE ORDHER anuncia o fim das suas atividades. O trio, que estava completando seis anos nesse mês de abril, lançou nesse tempo dois álbuns, dois clipes oficiais e fez uma turnê na Europa ao lado das bandas Marduk e Vader, além de shows por todo o território nacional ao lado de grandes bandas como Possessed e Krisiun. Mesmo com o fim das atividades, todos membros continuam ligados ao Metal: Matheus Montenegro segue em sua outra banda, o Burn the Mankind, Fábio Lentino e Fabiano Penna seguem seus trabalhos produzindo bandas em estúdio e trabalhando ao vivo em shows nacionais e internacionais. Fábio já trabalhou com artistas como Paul Di Anno, Hibria e Mental Horror, e Fabiano com bandas como Possessed, Andralls e Unearthly.”
A banda deixa o legado de duas grandes obras do Death Metal nacional: "Weaponize" e "Kill The Betrayers", além de dois clipes. O mais recente para a canção "Whipped, Crowned And Dead"
“A banda gaúcha THE ORDHER anuncia o fim das suas atividades. O trio, que estava completando seis anos nesse mês de abril, lançou nesse tempo dois álbuns, dois clipes oficiais e fez uma turnê na Europa ao lado das bandas Marduk e Vader, além de shows por todo o território nacional ao lado de grandes bandas como Possessed e Krisiun. Mesmo com o fim das atividades, todos membros continuam ligados ao Metal: Matheus Montenegro segue em sua outra banda, o Burn the Mankind, Fábio Lentino e Fabiano Penna seguem seus trabalhos produzindo bandas em estúdio e trabalhando ao vivo em shows nacionais e internacionais. Fábio já trabalhou com artistas como Paul Di Anno, Hibria e Mental Horror, e Fabiano com bandas como Possessed, Andralls e Unearthly.”
A banda deixa o legado de duas grandes obras do Death Metal nacional: "Weaponize" e "Kill The Betrayers", além de dois clipes. O mais recente para a canção "Whipped, Crowned And Dead"
INFORMADO DETALHES DE SHOW DA SLAYER EM SÃO PAULO
SLAYER EM SÃO PAULO


Acaba de ser divulgados os valores dos ingressos para a apresentação do ícone Thrash Metal SLAYER em São Paulo, confira:
Informações gerais:
Data: 09 de junho de 2011 (quinta-feira) - São Paulo/SP
Local: Via Funchal (Via Funchal (Rua Funchal, 65 – Vila Olímpia)
Horário: 22h
Ingressos:
- Pista: R$150,00
- Mezanino: R$200,00
- Camarote: R$250,00
Pontos de venda:
- Bilheterias da Via Funchal (R. Funchal, 65 - Funcionamento: diariamente, das 12h00 às 22h00)
- Newness Livros e Revistas (Av. Yojiro Takaoka, 4528 - Lj. 02 - La Ville Mall - Alphaville - Santana do Parnaíba)
- Fujji Turismo (R. Tapajós 33C - Guarulhos)
- Vendas online: www.viafunchal.com.br
- (11) 2144-5444 (Call Center)
Fonte: Satanic Militia Magazine
segunda-feira, 11 de abril de 2011
quinta-feira, 7 de abril de 2011
HSBC Arena: Procedimentos para Reembolso!
Postado por Igor Soares
Nossos parceiros do Minuto HM, entraram em contato com a HSBC Arena pelo telefone 4003-1527 e conseguiram mais informações sobre como deve ser feita a solicitação do reembolso do valor do ingresso comprado pela Internet. O processo para quem comprou ingresso pela INTERNET deve ser feito pelos CORREIOS. Deverão ser enviados para a Caixa Postal 19027, CEP: 04505-970, São Paulo / SP as seguintes informações, além, claro, do canhoto do ingresso:
- Número do pedido
- E-mail Cadastrado
- Número do CPF
- Nome Completo
Após isso, é necessário o envio de um e-mail para sac@livepass.com.br comunicando que a documentação foi enviada pelos Correios. A taxa de conveniência também será reembolsada, segundo informado no atendimento, mas QUAISQUER OUTRAS DESPESAS, como transporte, hospedagem, etc.. NÃO SERÃO REEMBOLSADAS PELA CASA, mesmo que o cliente tenha todos os comprovantes.
ATENÇÃO: Essa informação foi passada por uma atendente no telefone da HSBC Arena e, segundo ela (atendente), o procedimento é válido para compras via internet. O prazo para o recebimento da documentação é 17 de ABRIL de 2011, portanto, não há muito tempo! Seguem abaixo as informações mais recentes postadas no Twitter da casa:
- Número do pedido
- E-mail Cadastrado
- Número do CPF
- Nome Completo
Após isso, é necessário o envio de um e-mail para sac@livepass.com.br comunicando que a documentação foi enviada pelos Correios. A taxa de conveniência também será reembolsada, segundo informado no atendimento, mas QUAISQUER OUTRAS DESPESAS, como transporte, hospedagem, etc.. NÃO SERÃO REEMBOLSADAS PELA CASA, mesmo que o cliente tenha todos os comprovantes.
ATENÇÃO: Essa informação foi passada por uma atendente no telefone da HSBC Arena e, segundo ela (atendente), o procedimento é válido para compras via internet. O prazo para o recebimento da documentação é 17 de ABRIL de 2011, portanto, não há muito tempo! Seguem abaixo as informações mais recentes postadas no Twitter da casa:

HSBC Arena
Atenção: O prazo limite para troca de ingressos do show do Iron Maiden é dia 17 de abril.

HSBC Arena

HSBC Arena
Quando perguntados sobre qual é o prazo para o reembolso por parte da HSBC Arena, a atendente pediu que a pergunta fosse encaminhada para o E-mail do SAC. Sobre casos onde a pessoa foi ao Rio de Janeiro EXCLUSIVAMENTE para o show e possui todos os comprovantes de transporte, a resposta do atendimento foi a de que estas despesas NÃO SERÃO REEMBOLSADAS, mas que podem ser informadas também por e-mail.
SAIBA MAIS NO MINUTO HM
http://minutohm.com
segunda-feira, 4 de abril de 2011
IRON MAIDEN LEVA AO DELÍRIO OS BANGS PARAENSE
A Espera foi grande mas valeu apena, quem foi ao show do Iron Maiden em Belém do Pará viveu momentos históricos. O encontro que reuni gerações e emocionou o publico com som alucinate do heavy metal que foi cantado por um exercito de fãs enlouquecido que aguardavam o evento.

Dia 1º de abril de 2011 um data histórica que ficará marcada na vida de muitos fãs que foram ao show da donzela de ferro apelido este dadó pelos os fãs. A primeira reação de boa parte do público, quando o Iron Maiden surgiu, foi gritar e tentar registrar a imagem. As estrelas do fundo do palco - que simulam o ambiente espacial, contexto da primeira música, 'The Final Frontier', - se confundiam com as luzes de câmeras fotográficas erguidas.

No auge de muita emoção foi durante a música 'The Trooper', com os fãs cantando junto e batendo palmas. Enquanto os braços iam cansando e as músicas mais conhecidas começavam a surgir, o público passava a interagir mais. Os cinco minutos de atrasos para o início do show - dentro da pontualidade britânica do grupo - mostraram que a apresentação não iria além das duas horas programadas, por isso era importante aproveitar cada segundo. Cada brado de 'gritem para mim, Belém', dado por Bruce Dickinson, era motivo de histeria. Os fãs cantaram em uníssono o coro de clássicos do metal como 'Number of The Beast', 'The Trooper' e 'Fear of The Dark'.
Em intervalos de músicas, o vocalista lamentou o fato de a turnê não ter tocado no Japão, por conta do terremoto que gerou tsunami devastador no país. Bruce também comemorou o fato de estar em Belém pela primeira vez, elogiou a mulher brasileira e comparou os fãs de metal a uma família. 'Temos fãs em todo o mundo e, não importa a religião ou a cor, são todos irmãos', afirmou. Com alguns minutos de folga para completar as duas horas, os instrumentistas fizeram um 'jam' enquanto Bruce provocava o público só para ter uma reação ainda mais calorosa. 'Vocês já estão cansados? Vamos lá!', gritava, até o final.
O depoimento emocionado de Marquinhos Moraes, vocalista da banda Acordalice e fã de Iron Maiden, reflete um pouco o sentimento de muitos dos fãs presentes. 'Já assisti muitos shows, mas isso aqui é único. Posso viver mais 40 anos e não vou ver nada parecido, é maravilhoso', diz, e prossegue: 'Sinto orgulho do rock ‘n’ roll, tudo correndo na maior paz. Fora o nascimento das minhas quatro filhas e o meu casamento, esse foi o momento mais emocionante da minha vida', confessa o vocalista.
Banda Paraense Stress abriu a apresentação dos ingleses
O clima esteve elétrico desde uma hora antes do show de abertura. Tudo era motivo de gritaria. Desde o momento em que os instrumentos da Stress eram arrumados, o público dava o grito comum em quase todos os países latino-americanos por onde as turnês da banda inglesa passa:'olê olê olê olê, Maiden, Maiden!'. Quando a banda Stress subiu no palco, o Cidade Folia já estava lotado e em clima de muita expectativa.
A resposta do público era calorosa para tudo que Rosevelt Bala, cantor da banda, fazia, principalmente quando a bandeira do Pará foi erguida. O show transcorreu sem incidentes ou problemas com a segurança. Uma operação entre vários órgãos, desde a tarde de ontem, tratou de organizar o ambiente para o show. Guarda Municipal e Ctbel cuidaram do trânsito, Polícia Militar estava ao redor para evitar brigas e vandalismos, Secretaria Municipal de Economia (Secon) fiscalizou camelôs e proibiu a venda de bebida alcoólica, enquanto que o Detran fez blitz com bafômetro até o fim do show. <!--[if !supportLineBreakNewLine]--> <!--[endif]-->
O clima esteve elétrico desde uma hora antes do show de abertura. Tudo era motivo de gritaria. Desde o momento em que os instrumentos da Stress eram arrumados, o público dava o grito comum em quase todos os países latino-americanos por onde as turnês da banda inglesa passa:'olê olê olê olê, Maiden, Maiden!'. Quando a banda Stress subiu no palco, o Cidade Folia já estava lotado e em clima de muita expectativa.
A resposta do público era calorosa para tudo que Rosevelt Bala, cantor da banda, fazia, principalmente quando a bandeira do Pará foi erguida. O show transcorreu sem incidentes ou problemas com a segurança. Uma operação entre vários órgãos, desde a tarde de ontem, tratou de organizar o ambiente para o show. Guarda Municipal e Ctbel cuidaram do trânsito, Polícia Militar estava ao redor para evitar brigas e vandalismos, Secretaria Municipal de Economia (Secon) fiscalizou camelôs e proibiu a venda de bebida alcoólica, enquanto que o Detran fez blitz com bafômetro até o fim do show. <!--[if !supportLineBreakNewLine]--> <!--[endif]-->
Fãs resistiram mais de 24 h na fila para assistir ao show
Fãs resistiram ao sol e chuva e esperaram mais de 24h para garantir vista privilegiada do show do Iron Maiden. A banda britânica fez apresentação histórica da 'The Final Frontier World Tour 2011' ontem à noite em Belém. A banda paraense Stress, a primeira de heavy metal brasileira, abriu a noite e fez o Cidade Folia tremer.
O show inédito na capital paraense reuniu na plateia fãs de várias cidades brasileiras e até da América Latina. Admiradores do heavy metal que vieram da região Amapá Ceará, Maranhão, Roraima, Amazonas, Belo Horizonte, São Paulo até Bolívia, Equador e outras ate do Plator das Guianas (Guina Francesa próximo ao Amapa). Alguns chegaram a Belém no final da manhã de quinta-feira e seguiram direto para o local do show a fim de garantir os primeiros lugares da fila.
Desde o início da manhã de sexta, a celebração ao Maiden atraiu a atenção de quem passou em frente ao Cidade Folia. Grupos de fãs se organizaram para comprar comida e montar barracas para quem chegou quase 36h antes do show. Até um esquema de segurança foi montado pelos fãs para evitar furtos e roubos de ingressos. 'Tem gente (no grupo) que nem se conhece. Headbangr’s se enturma na hora', disse Jefferson Silva, 38 anos, sobre a articulação dos fãs. Um esforço que ele considera irrelevante diante da recompensa de assistir ao vivo os ídolos.
Fãs resistiram ao sol e chuva e esperaram mais de 24h para garantir vista privilegiada do show do Iron Maiden. A banda britânica fez apresentação histórica da 'The Final Frontier World Tour 2011' ontem à noite em Belém. A banda paraense Stress, a primeira de heavy metal brasileira, abriu a noite e fez o Cidade Folia tremer.
O show inédito na capital paraense reuniu na plateia fãs de várias cidades brasileiras e até da América Latina. Admiradores do heavy metal que vieram da região Amapá Ceará, Maranhão, Roraima, Amazonas, Belo Horizonte, São Paulo até Bolívia, Equador e outras ate do Plator das Guianas (Guina Francesa próximo ao Amapa). Alguns chegaram a Belém no final da manhã de quinta-feira e seguiram direto para o local do show a fim de garantir os primeiros lugares da fila.
Desde o início da manhã de sexta, a celebração ao Maiden atraiu a atenção de quem passou em frente ao Cidade Folia. Grupos de fãs se organizaram para comprar comida e montar barracas para quem chegou quase 36h antes do show. Até um esquema de segurança foi montado pelos fãs para evitar furtos e roubos de ingressos. 'Tem gente (no grupo) que nem se conhece. Headbangr’s se enturma na hora', disse Jefferson Silva, 38 anos, sobre a articulação dos fãs. Um esforço que ele considera irrelevante diante da recompensa de assistir ao vivo os ídolos.
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