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quarta-feira, 2 de novembro de 2011
terça-feira, 27 de setembro de 2011
Garagem Universitária Doze horas de rock agitou evento que comemorou um ano do projeto na Unifap
Além de bandas amapaenses, a banda Garotos Podres, um dos maiores ícones do punk rock nacional se apresentou para o publico
Jéssica Alves
O espaço ficou pequeno na última sexta-feira (16), no evento de aniversário de um ano do projeto Garagem Universitária, que ocorre na Universidade Federal do Amapá (Unifap). Com espaço aberto e diversas bandas, o público pode aproveitar o evento, que começou cedo e teve mais de 12 horas de muito rock.
As bandas locais Kronos, Slide, In Praxi, Além do Radio, Seu Madruga Veste Preto, Velho Johnny, Beatle George, Gravydade Zero, Mental Caos, Nova Ordem e LBR oram abrindo o festival, recebendo quem ia chegando e mostrando a ascendente força do rock amapaense, em diversas vertentes.
Além das bandas amapaenses, o Garagem Universitária contou com a presença da banda paraense Delinquentes, grupo paraense que está na estrada desde a década de 80 e é um dos nomes nortistas mais conhecidos do rock brasileiro, aliando em seu estilo musical vertentes como o hardcore, trash metal, punk e alternativo. Entretanto, a atração mais esperada da noite foi a banda Garotos Podres, de São Paulo.
Como tudo começou
Em setembro de 2010, iniciou o projeto, que teve como objetivo não apenas valorizar o trabalho autoral das bandas macapaenses, mas também de todo e qualquer musico e público da cadeia produtiva e de idade universitária. Com apresentação de bandas de diversos seguimentos e workshops e palestras, o evento aglutinou diversos jovens e caiu no gosto do público. O evento é ligado ao Pró-Estudante Cultura e o DCE da Unifap.
Para o público, mais do que apenas um evento de rock, o Garagem Universitária com a presença de bandas de renome apenas solidificou a projeção dos eventos culturais undergrounds, reunindo diversos fãs da música de garagem.
Punk Nacional
Formada no final de 1982 na cidade de Mauá, região do Grande ABC que é o maior pólo industrial do Brasil, a banda Garotos Podres é conhecida por ser uma das percussoras do punk no Brasil. Atualmente é formada por Mau (Vocal), Sukata (Baixo), Carlos Safiotti (Guitarra) e Caverna (Bateria).
Suas maiores influências são as bandas punks do final dos anos 70 e começo dos anos 80, era o auge do movimento punk em São Paulo e várias bandas surgiam principalmente nos grandes centros urbanos.
O primeiro álbum da banda, intitulado "Mais Podres do que Nunca", editado pelo extinto elo Rocker e no ano seguinte pelo selo Lup-Som, chegou a marca das 50.000 cópias vendidas, um recorde de vendagem de discos independentes na época e continua sendo distribuído em cd até hoje ultrapassando a marca das 70.000 cópias.
Estando em plena ditadura militar, a era necessário enviar cópias das letras das músicas para o Departamento de Censura Federal. Algumas músicas tiveram que mudar suas letras para burlar a censura.
A partir daí a banda se popularizou, abrangendo não apenas a cena punk, mas também o mais variado tipo de público, se tornando a primeira banda punk do Brasil a ter suas músicas veiculadas na programação normal de algumas rádios. Isso permitiu ao grupo a realização de vários shows pelo país, o que também colaborou na aceitação de outras bandas undergrounds pela mídia.
Apesar de estarem na estrada há tanto tempo, os Garotos Podres nunca sobreviveram da música, todos os integrantes tem outras atividades que lhes garantem o sustento e a sobrevivência da banda. Isto lhes deu a liberdade de criarem o seu próprio estilo musical e realmente só tocarem o que gostam.11/10/11 - Fest Vaca Roll (Macapá - AP)
Evento realizado em bairro precário para arrecadarão de alimentos para familias carentes e compras e vendas de trepes, cabidelas, e venda de taboca.
Local: Lago da Vaca nª 2424
Ingressos a venda: Na boca do Fofão, Baiuca da Ana, Tenda da vovó titica, açai do tio duca (Çai do Grosso).
BANDAS:
Gravydade Zero
SPS12 (O Retorno)
Rick e Banda Graúna
Sky-2 (2ª Céu)
Subordinados
Tenebra
LBR
JP5
Mad Shep
Secreção Vaginal
Put keep are you
Nova Ordem
Descalços
Godzilla
Bito George
Jota mambemque
Pastore é grande atração do VIII Feliz Metal. - ACRE

Agora é oficial, Pastore é grande atração do VIII Feliz Metal. A Dream Cry Produções entrou em contato com o músico e acertou os últimos detalhes. Pastore é um dos maiores vocalistas do Metal Nacional, (ex-Dealpht e Acid Storm, entre outros), está na cena a mais de duas décadas.
“Mário Pastore é um guerreiro do Metal. Sua persistência é extremamente louvável e merece ao menos um pouco de atenção das pessoas que gostam do estilo no Brasil, ainda mais numa época em que o Metal Tradicional parece cada vez mais distante das bandas e dos músicos da nova geração”. Destacou Thiago Rahal Mauro na Roadie Crew de N° 151 de 2011.
Quem gosta de Judas Priest, Iron Maiden e Queensrÿche deve procurar “The Price Fpr The Human Sins”, disco de estréia da banda Pastore.

Motorhead ganha público do Rock in Rio com clássicos
Stay Clean
Get Back In Line
Metropolis
I Know How to Die
The Chase Is Better Than the Catch
In the Name of Tragedy
Going to Brazil
Killed by Death
Ace of Spades
Overkill
Metallica faz show destruidor no Rock in Rio
Para milhões de brasileiros que não puderam comparecer ao Rock in Rio na noite de ontem, o maior desafio foi aguentar o sono para assitir as atrações. Ah, mas que sono??? Era a noite mais insana do evento, a tradicional noite do Metal, que reune icones populares do gênero.
Depois do Rock in Rio encarar Katy Perry, Rihanna e Claudia Leitte nesta sexta e Stone Sour e Red Hot Chilli Peppers no sábado, finalmente chegou a vez dos camisas pretas e cabelos grandes dominarem a tal Cidade do Rock para acompanhar alguns dos maiores nomes da cena atual. Finalmente o Rock in Rio foi 100% rockeiro.
No Palco Mundo, o destaque da noite foi o Metallica, a última banda a se apresentar. Por aproximadamente duas horas, o quarteto formado por James Hetfield, Lars Ulrich, Kirk Hammett e Robert Trujillo mostraram que apesar dos longos 30 anos de carreira, quando o assunto é ao vivo, eles não estão de brincadeira e apresesentou antigos e novos sucessos, como Cyanide, Seek and destroy, Master of puppets e Nothing else matters, Enter Sadman, One, Fuel, Blackened e homenageou o baixista Cliff Burton, morto há 25 anos.
Friso aqui que valeu apena ficar acordada ate as 3h30 e acompanhar uma verdadeira apresentação rock and roll. Destruidor é a palavra de ordem em show do Metallica. O peso demente, dez vezes mais barulhento, do Slipknot, que abriu para Lars Ulrich, James Hetfield, Robert Trujillo e Kirk Hammett, virou poeira diante da experiência da banda californiana.
O bis teve três músicas e, por mais quinze minutos, a banda correu pelo palco, jogou palhetas à plateia, agradeceu a energia do público. Kirk Hammett, em um econômico número solo, tocou um trecho de Samba de Uma Nota Só. James Hetfield fez reverências a Lemmy Kilminster, padrinho do thrash metal que tocara no início da noite. Na plateia, a devoção à banda unia o mar de camisas pretas. Mesmo quem acompanhou em casa, pode sentir a euforia do show e o poder do heavy metal que salvou o Rock in Rio
set list
The Ecstasy of Gold
Creeping Death
For Whom the Bell Tolls
Fuel
Ride the Lightning
Fade to Black
Cyanide
All Nightmare Long
Sad But True
Welcome Home (Sanitarium)
Orion (Instrumental)
One Play Video
Master of Puppets
Blackened
Nothing Else Matters
Enter Sandman
Bis
Am I Evil?
Whiplash
Seek & Destroy
DEEP PURPLE
A vinda do Deep Purple ao Brasil já é um sucesso!
Ingressos nas Centrais:
Pista 60,00 - 2o lote
Vip 120,00 - 2o lote
Camarote 180,00
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Bis Entretenimento confirma Deep Purple em Belém
O Deep Purple fará uma apresentação em Belém no dia 04 de outubro, no Cidade Folia. O show faz parte da turnê que o grupo traz para a América do Sul e que deverá passar por mais cidades, como São Paulo no dia 10 de outubro. A atual formação do grupo britânico se mantém desde 2001, e inclui Ian Gillan (vocal), Roger Glover (baixo), Steve Morse (guitarra), Don Airey (teclados) e Ian Paice (bateria), sendo que este último é o único a se manter desde o início, em 1968, quando foi lançado o álbum Shades Of Deep Purple. A banda já esteve diversas vezes no País, sendo esta a 9ª passagem do quinteto pelo Brasil, mas será a primeira vez que o grupo se apresenta na capital paraense. O Deeep Purple deve tocar hits como Highway Star e Smoke on the Water.
Logo mais estaremos divulgando mais informações sobre vendas e ingressos. Fiquem ligados!
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quarta-feira, 17 de agosto de 2011
terça-feira, 16 de agosto de 2011
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Confirmado Hidrah abrira para o Angra - AP
Em anuncio no facebook a vocalista hanna confirma a abertura para o show do Angra segundo ela: CONFIRMADÍSSIMO: Angra no encerramneto do equador verão e a abertura do show ficou por conta do Hidrah, que todos os headbangers se façam presentes pontapé iniciala ao circuito de bandas de metal no Amapá.Força bangers!
Fonte: facebook
terça-feira, 26 de julho de 2011
DIA 31 DE JULHO ANGRA NO MEIO DO MUNDO NO EQUADOR VERÃO - AP
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Survive: entrevista para o Curitiba Underground (AC)
Os caras vieram de Rio Branco (AC) para Curitiba com um único objetivo em mente: Tocar heavy metal
Como foi o nascimento do "Survive"?
Josélio: Nós começamos sem muita pretensão. Nem nome a banda tinha. Começamos inspirados por bandas que nós gostávamos. O Heric e o Renato tocavam em outra banda, mas na época ela estava parada e aí veio meu irmão para a outra guitarra, mas ele acabou saindo e em seu lugar veio o Renan (G), que está até hoje. A banda começou e com o tempo pegou seriedade. Aí foram surgindo os primeiros shows. A formação era só eu, o Renato (D), Heric (B) e o Max (V), só uma guitarra.
De onde é a banda?
Josélio: A banda é de Rio Branco, capital do Acre. Bem longe daqui. A cena de lá é igual a de qualquer lugar do Brasil, com muita força e muito trabalho. E os caras são doidos, porque é longe, se aqui é ruim, lá é duas vezes pior. Então o pessoal faz por amor mesmo, o cara trabalha o dia inteiro e gosta de som, veste a camisa do heavy metal. Lá acontece algo que acredito que não acontece em mais lugar nenhum: a galera é unida, sem diferenças de política, de crenças de raça... Devido a ser pequena a cidade, estão todos no mesmo barco.
Josélio: Quando nós participamos do Metal Batlle de 2008, foi uma grande experiência. Tivemos medo, mas ao mesmo tempo ficamos felizes de tocar em uma das maiores casas de heavy metal de São Paulo, que é o Manifesto Bar. Era um lugar que nós não conhecíamos e foi uma provação. Até então nós não tínhamos nada de maior qualidade gravado, tínhamos dois EPs, mas nada de maior qualidade. E a recepção foi muito boa, nós fomos aplaudidos, tinha muitas pessoas que nós só tínhamos visto em revistas, como o Aquiles, o Edu Falaschi, os caras do Korzus e teve o contato com Gerrard da Nuclear. Desde lá ele vem nos motivando, gerenciando, dando uns toques e está nesse namoro que possivelmente pode se concretizar. Eu acho que está mais para sim. No Metal Battle de 2010, o Gerrard falou: "Quando vocês vieram em 2008, eram uma surpresa e agora são realidade, então vocês terão que tomar algumas decisões. Não dá para um produtor bancar a sua vinda para o sul, então vocês terão que custear isso". Foi por aí que conhecemos nosso produtor, o Karim Serri e ele falava que Curitiba era um bom lugar. A primeira idéia era ir para São Paulo, só que o custo de vida, trânsito, segurança, além de que temos mais amigos aqui do que em São Paulo, então resolvemos vir para Curitiba. E corremos atrás, como toda banda deveria fazer. Nós estamos correndo atrás de um sonho. Ainda bem que temos nossas famílias para nos ajudar. Por enquanto ainda não estamos trabalhando, mas fizemos algumas economias. Todo mundo largou emprego, faculdade... O Eric tinha acabado de passar no vestibular. Mas sem a família não daria. E mesmo eles apoiando não é fácil. Mas nós viemos para Curitiba, faz um mês e vinte dias que estamos aqui, as pessoas nos acolheram muito bem, e estamos aproveitando para gastar o tempo livre que nós temos com divulgação, ir tentando conhecer o pessoal, estamos tentando "arrumar a nossa cama" por aqui, correndo atrás, enquanto temos tempo.
Quais suas principais influências musicais?
Josélio: A unanimidade aqui é o As I Lay Dying, que gostamos muito. O Max gosta mais do extremo, eu fico entre thrash e heavy, então temos gostos meio parecidos. Mas também escutamos coisas mais antigas, como Exodus, Metallica Megadeth, mas nosso som vai mais na linha do As I Lay Dying e In Flames. Nossas músicas têm elementos de thrash, death melódico e do próprio heavy metal.
Onde vocês estão morando e como estão fazendo para ensaiar e manter a banda na ativa por aqui?
Josélio: Nós pensamos muito nisso, então viemos preparados. Nós alugamos uma casa para morar, já pensando em montar nosso próprio estúdio. Porque todo o equipamento, toda a parte estrutural nós já temos. Hoje nós passamos o dia isolando a sala e tal. Nós trouxemos tudo de Rio Branco. Todo o equipamento de estúdio nós trouxemos. Nós sempre ensaiamos em lugar próprio, sempre preservamos esse lance de corrermos atrás de nossas próprias coisas. Todos nós temos bons equipamentos, equipamentos de estúdio bons para ensaiar, nós trouxemos geladeira, fogão, tudo. Uma casa montada. Foram três dias de viagem e inclusive nosso guitarrista pegou hepatite na estrada.
Josélio: Nós montamos um projeto pela lei do incentivo e o pico do projeto era o cd inteiro, mas como só saiu metade do orçamento, nós acabamos pagando metade do nosso bolso, mas foi uma grande ajuda. Foi por isso que ele saiu nesse formato SMD. O SMD é uma mídia que tem um custo muito acessível. O custo dela é metade do custo do CD normal.
Sobre o que fala o CD Destroy and Revolutionize?
Josélio: O cd todo são 11 músicas. Ele já está bem divulgado lá no norte, mas por aqui ainda é novo, aqui estamos começando do zero. A aceitação está sendo muito boa, com nota 9 em resenhas do Whiplash e Roadie Crew. As músicas falam de assuntos variados. Falam da história do Acre, do Esquadrão da Morte, da moto-serra, do cunho religioso, é basicamente isso. A curiosidade dessa gravação foi que o Max cantou com dois canais na boca; queimamos 2 amplificadores; a luz acabou no dia de gravar a guitarra; o Max ficou preso no Peru; rolaram um monte de presepadas nessa época.
Já tem contatos pra shows aqui e tem idéia de como vão fazer isso?
Josélio: Show concreto só o aniversário da Gólgota, que é dia 04 de junho. Mas já tem mais quatro datas a serem confirmadas, que ainda não podemos divulgar.
Vocês já tocaram em outros lugares do Brasil?
Josélio: Já tocamos duas vezes em São Paulo, no Acre já perdemos as contas. Manaus, Cuiabá, Porto Velho e só.
Como é o público de vocês?
Josélio: Principalmente cena independente. Devido a cena do Acre ser tão unida, nós conseguimos também entrar no meio alternativo. Então tocamos muito em Varadouro, no Grito Rock, Casarão, esses festivais fora do eixo, nós conseguimos entrar nesse meio mais alternativo. Eram festivais de 3, 4 dias. Aprendemos muito sobre logística, projeto, lei, cultura. Esses caras do alternativo, o grande trunfo deles é que eles sabem de leis, projetos, verbas, eles conseguem direto patrocínio com a Petrobrás, com a iniciativa privada, Oi. Isso foi bom, que entramos no meio do cenário alternativo mostrando o metal. O lado bom de ter tocado em muitos festivais foi isso. Porque o grande macete numa banda é saber que não é só tocar. Tocar é só um fato, mas rola muita coisa por trás. Organização, estar no lugar certo na hora certa, tocar é 20% da coisa. A administração de uma banda que é o legal. E isso a maior parte das bandas do norte não notavam. Detalhes que passam em branco, mas se o cara perceber ele consegue melhorar muito o show. A logística, observar o palco pra ver o que tem disponível, etc.
Max: Desde que a banda foi formada se tocamos em um evento cristão foi muito. Eu sempre tentei mandar material da banda para os zines cristãos, mas sempre foi uma panelinha, então nós sempre nos divulgamos na cena normal.
Vocês são bem organizados em relação à banda. já sabem como vão trabalhar por aqui?
Josélio: O primeiro plano é divulgação. Nosso site saiu recentemente, é www.surviveband.com, tem o MySpace, Facebook, um monte de coisas. Esta mos mandando o cd para um monte de gente, divulgando. Lá em Rio Branco todo mundo nos conhecia. Aqui estamos começando quase do zero, porque já temos alguma bagagem. Então é começar tudo de novo, mas com mais experiência. Depois vamos terminar nosso estúdio e ensaiar muito, estar bem preparados para as oportunidades. Porque as vezes a oportunidade vem e você deixa passar, se não estiver preparado. Nos nossos shows sempre temos um banner, uma barraquinha, onde colocamos CDs pra vender, até palhetas tivemos por um tempo, adesivos...
Max: Conversando com membros de bandas de Curitiba, eles falam que o pessoal aqui não corre muito atrás, que as bandas deixam muitas oportunidades passarem. Então nós estamos aqui pra agarrar essas oportunidades. Sempre que conhecemos alguém de bandas daqui damos o nosso cd, porque estamos tendo alguma dificuldade para entrar na cena, porque temos que conhecer a galera que faz parte da cena. E estamos conhecendo. Estamos sendo muito bem recebidos e gente fria tem em todo lugar. Mas a galera que temos conhecido nos shows de metal... Assim que o estúdio estiver pronto, nós vamos abrir para as bandas ensaiarem também. Estamos com muita expectativa de tocar aqui. Eu acredito no nosso potencial.
Max: Pra finalizar, nós viemos para trabalhar com força pela cena metal de Curitiba, não viemos para criar separação, nem pra pregar, viemos para somar à cena. Nós abrimos mão de muita coisa: família, emprego, faculdade... quem tem um sonho tem que correr atrás, enquanto somos novos. Nós sempre falamos que se não der certo, nós voltamos pro Acre e seguimos com nossa vida, mas ao menos poderemos bater no peito e dizer: nós tentamos. No Acre tem muita gente com potencial e que não corre atrás. Eu acho que tem que correr atrás, porque ninguém vai correr por você. Então obrigado Curitiba, por ter nos recebido bem, Curitiba Underground, o pessoal da Gólgota, o Karim principalmente, que praticamente virou nosso pai. Nós estamos muito felizes de estar aqui, apesar do frio terrível.
Entrevista extraída da edição #17 da revista Curitiba Underground
Anonymous Hate (AP): entrevista com revelação do grind/death nacional
Ultimamente, quando se fala em música extrema no Brasil, a opinião dos bangers é quase sempre unânime: estamos botando pra f...!!!!!!!! Sim, já faz algum tempo que inúmeros bons grupos têm aparecido por aqui. E outro ótimo exemplo desse prolífico cenário é a ANONYMOUS HATE, excelente revelação do grind/death metal nacional. Ouçam seu mais novo trabalho, o recém-lançado “Chaotic World” (http://somextremo.blogspot.com/2011/06/anonymous-hate-chaotic-world.html), e mesmo sua demo anterior – “Worldead” (http://somextremo.blogspot.com/2011/05/anonymous-hate-worldead-promo-cd.html) – para saberem do que o Brasil é capaz.
O Blog Som Extremo (http://somextremo.blogspot.com) entrevistou por e-mail o simpático Fabrício Góes, vocalista/guitarrista do conjunto, que por sua vez é completado por... bem, ele mesmo diz logo aí abaixo.
Som Extremo: Conte um pouco da história da banda. De onde surgiu o nome ANONYMOUS HATE?
Fabrício Góes: A banda foi idealizada em 2007, mas os ensaios aconteceram somente no início de 2008, já trabalhando pesado nas composições. Começamos a gravar nosso material em 2010. Após o lançamento de nossa primeira Demo, intitulada “Worldead”, tivemos uma troca de vocalista, estabilizando o ‘line-up’ com Victor Figueiredo (vocal), Heliton Coêlho (guitarra), Fabrício Góes (guitarra/voz), Romeu Tetrus (baixo) e Alberto Martínez (bateria). Quanto ao nome, queríamos algo forte, então veio ANONYMOUS HATE, que é usado para distinguir um grande ato terrorista como o de 11 de setembro de 2001 (nota do redator: dois aviões chocaram-se contra as torres gêmeas do World Trade Center, nos Estados Unidos).
Som Extremo: Vocês acabaram de lançar o primeiro full-length - “Chaotic World”. O que pode dizer sobre o álbum?
Góes: É um trabalho que traz uma mescla das influências de todos os membros da ANONYMOUS HATE. Tiramos força de onde não tínhamos para realizá-lo. E o resultado, até agora, acredito que tenha surpreendido a muitos, até mesmo a nós. A qualidade sonora a cargo do estúdio DaTribo foi um importante fator para o bom resultado deste trabalho.
Som Extremo: E falando nisso, “Chaotic World”, assim como o promo CD “Worldead”, passaram pelas mãos do Ciero (Da Tribo Studio), talvez o mais competente profissional do ramo no país, em se tratando de música extrema. Como foi a experiência?
Góes: O Ciero, junto com o DaTribo Studio, são referência pro estilo não só aqui no Brasil... Sem dúvida alguma foi uma experiência muito boa para a banda e ajudou a mostrar as nossas ideias de uma forma bem profissional e com extrema qualidade!
Som Extremo: Esse novo álbum e o promo CD estão fazendo muito burburinho no underground nacional. Já começa a sentir o peso da responsabilidade?
Góes: Apesar de termos ciência da boa recepção de nosso trabalho, nos mantemos serenos e com os pés no chão. Ainda há muito que se fazer, e continuaremos seguindo nossa batalha com o mesmo suor de sempre.
Som Extremo: As letras de vocês falam de forma inteligente sobre os problemas sócio-políticos do Brasil e do mundo. Como funciona o processo de composição? Já pensaram em fazer uma versão de “Brazil Massacreland” em português?
Góes: Temos letras bem variadas. Elas surgem de forma bem natural, abordando sempre algo que reflete na vida humana... “Brazil Massacreland” em português é algo que nunca havia passado por nossas mentes, mas que pode ser pensado, quem sabe no próximo CD... (risos).
Som Extremo: A sonoridade de vocês, assim como as citadas letras, são mais grind do que death. Concordam com isso? Quais as influências da ANONYMOUS HATE?
Góes: Sim, temos uma tendência natural de ir pro lado mais Grind. Cada membro da banda tem as suas próprias influências, mas de um modo geral, todos nós ouvimos bandas como Morbid Angel, Krisiun, Behemoth, Vader, Napalm Death, Nephasth, Terrorizer, Deicide, enfim... uma “porrada” de bandas! (risos)
Som Extremo: Agora, além da divulgação de “Chaotic World”, já existem outros planos futuros para a banda?
Góes: Sim, além de estarmos batalhando com a divulgação do álbum “Chaotic World” junto com os parceiros do LAB 6 & Malignant-Art, já estamos trabalhando pesado em cima de novas composições, aguardem! (risos)
Som Extremo: Quais as maiores dificuldades em levar adiante uma banda extrema no Brasil? Vindos do Amapá, que aparentemente não tem tradição no som extremo, as dificuldades são maiores? Aliás, como é a cena underground aí? Existem outras boas bandas por esses lados?
Góes: Sem dúvida, a maior dificuldade é a falta de apoio financeiro e de pessoal. Já tivemos muitas dificuldades quanto à nossa localização, pois fica muito caro sair e entrar aqui no estado do Amapá, já que não existe uma ligação rodoviária com o restante do país. O cenário underground amapaense ainda é relativamente pequeno, mas temos verdadeiros bangers por aqui e boas bandas também, dentre as quais podemos citar Balzabouth, Arsenyum, Carnnyvale, Hidrah, entre outras...
Som Extremo: Comparando a qualidade das bandas underground daqui com as gringas, como você vê a evolução do cenário no Brasil, de modo geral? Acha que hoje ainda existem muitas bandas tupiniquins copiando as internacionais, ou atualmente a maioria já têm suas próprias características?
Góes: Aí está uma questão bilateral da nossa realidade. Saindo do Brasil, você pode notar que existem bandas brasileiras aclamadas no exterior, mas aqui dentro são desrespeitadas continuamente, essas mesmas que vão lá pra fora e sentem orgulho em ser brasileiros. São bandas que deveriam ser patrimônio do cenário headbanger do Brasil, muitas originais e de bom trabalho. Porém, por uma questão de proporção, temos em nosso país muitas bandas de reconhecimento nacional e que não fazem honra sua repercussão. Há bandas que são tão parecidas que, mesmo trocando de músicos, ou de cidade, todas elas parecem ser uma só. Mas de modo geral, o cenário brasileiro, assim como o próprio país, é surpreendente. Já imaginou se não pudéssemos desfrutar de novidades como Lacerated And Carbonized, Vomepotro e outros talentos que surgem a todo o momento nossa terra fértil?
Som Extremo: O blog agradece a entrevista. Gostaria de deixar mais algumas palavras?
Góes: Gostaríamos de agradecer a você, Christiano / Blog Som Extremo, pelo espaço que nos foi dado, e a todos os que vêm acompanhando nosso trampo, pois de alguma forma estão sempre nos dando uma força... Aos interessados em conhecer um pouco e/ou adquirir o CD “Chaotic World”, é só entrar em contato:
Email/MSN: anonymous.hate@hotmail.com
http://www.myspace.com/anonymoushateap
http://www.facebook.com/group.php?gid=157759200913931
http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=100813725
Primeira publicação matéria original: Som Extremo
Segunda publicação : whiplash.net
Terceira publicação: extreme union.blogspot.com
sexta-feira, 17 de junho de 2011
WARPATH | SÃO LUIS-MA


BLIND GUARDIAN | INFORMAÇÕES SOBRE INGRESSOS

Fonte: http://whiplash.net
MORTOS DISPONIBILIZA 2º DEMO PARA DOWNLOAD
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A banda de power metal paulista se apresentará em São Luís no dia 9 DE JULHO na @LetItBeer_slz










