Imperdível!!





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A Desgraça Maldita surge dentre as primeiras luas regadas a profanações em 2005, oriunda das profundezas magmáticas de Teresina – Piauí, vociferando através de suas poesias mórbidas, proclamações sonoras que declamam o que de mais escroto nossa espécie despeja neste planeta. A princípio, a junção de duas palavras não-agradáveis. Após reflexão, uma expressão propositalmente redundante, que se aplica bem a certas situações de nossa vida. Situações essas que demonstramos em nossas músicas, onde fazemos questão de cantá-las em nossa língua. A banda busca uma abordagem sempre realista a respeito da mensagem que passa. Toda a temática lírica e poética é focada no ser humano e todos os efeitos provocados por seus defeitos.
http://www.myspace.com/desgracamaldita


Fundada em 1991, como Decomposed, uma das bandas mais importantes da cena brasileira de Death Metal, Decomposed God construiu uma substancial maturidade no underground nordestino. Oriundos de Recife a banda vem ao longo dos anos 90 dilacerando os tímpanos alheios e promovendo a destruição dos ícones sagrados através da sua música poderosa e extrema.
Em 1992 lançou sua primeira demo-tape "Chave da Imortalidade". Em 1993 junta-se ao elenco da compilação "Noise Core - A morte é apenas o fim ...", lançado pela Tarkus Records. Em 1994, ainda sob o nome de Decomposed, a banda lança "Celestial Dawn of Shadows", realizando com mais consistência, técnica e originalidade esse ótimo registro. Em 1995 participa de mais uma compilação chamada "Omnisciens - Tributo Ao Dorsal Atlântica, lançado pela Rock Shop Records. Em 2000, finalmente foi lançado o primeiro Full Length da banda intitulado “The Last Prayer”. Foi o suficiente para que os exigentes adoradores do Death Metal tivessem uma boa impressão do cd e que os veículos especializados fizesssem boas resenhas ao registro.
Durante 18 anos os caras atravessaram períodos difíceis com muitas mudanças na formação e outros tantos de muita curtição e prazer no trabalho, dividindo o palco com bandas de sucesso mundial como Motorhead, Sepultura, Krisiun, Incantation, Iconoclasm, Sadistic Intent, Possessed, Emeth, Gorge Septycal e bandas do cenário underground brasileiro como Dorsal Atlântica, Taurus, Overdose, Torture Squad, Violator, Subtera, Headhunter DC, The Ordher, Vulcano, Hibria, Queiron etc.
Em 2008 o Decomposed God nos presenteia com um trabalho recheado de peso, velocidade e principalmente agressividade. Um registro sólido, que define um padrão de qualidade e produção que não deixa nada à desejar em relação a qualquer banda gringa.
O trabalho gráfico do álbum “Bestiality” foi muito bem elaborado e representa perfeitamente a bestialidade do homem moderno num mundo dominado por crenças ilusórias degenerativas...
Dark Night é um EP que vem se destacando na mídia especializada mundo a fora! Os caras são de Teresina/PI, e com apenas quatro músicas, o Bode Preto mostra, em aproximadamente oito minutos, uma musicalidade peculiar, misturando à sua base oriunda do death metal old school, uma pegada mais punk e speedrock. Músicas marcantes e com personalidade de uma banda que, sem dúvida, ainda terá muitas linhas a serem escritas à seu respeito.
Formada por Josh S. (vocal/guitarra), Pablo Necroso (baixo) e Júnior Mortal Thrash (bateria), o Bode Preto surge num cenário já saturado de estilos, subgêneros e com um mercado fonográfico praticamente inexistente para bandas novas. Porém, apenas o nome da banda é novo, já que os integrantes possuem bastante experiência na cena musical. Josh S., por exemplo, já foi integrante do Monasterium, banda também do Piauí que apareceu na metade da década de 90 e surpreendeu muita gente com seu Death/Doom. O cara também experimentou durante 6 anos, um duo de sambapunkcore denominado Lado 2 Estéreo, com o amigo Julliano Lima, que também fez parte do Monasterium, agregando, de forma sutil, alguns elementos à sonoridade atual do Bode Preto.
Dessa forma, a banda consegue quebrar algumas barreiras logo de cara, encurtando o caminho para a boa aceitação do EP. Aproveitando-se da perseverança em divulgar continuamente o trabalho e mantendo uma insistente vontade de fortalecer o grupo, tornando-se um amálgama de ideias. Foi assim que a banda conseguiu inserir a música 'Sweet Fever' na coletânea 'Fear Candy', na edição 85 da revista britânica Terrorizer, em setembro! Recentemente saiu na edição #142 da revista Road Crew uma resenha desse material e por mais que os caras não tenham gostado muito do novo nome da banda (antes era Soturnus Skullcrusher), tiveram que se render ao belo "cartão de visitas" do Bode Preto!
A banda possui contatos importantes fora do país e assim tiveram a oportunidade de ter o processo de masterização do Ep feito por Michael Hateley (Circle Jerks), no Gourmet Sound, nos Estados Unidos. Uma visita à cena européia também pode ser uma iniciativa para o futuro da banda. No momento estão preparando um material ainda mais violento... O objetivo é ter um full lenght pronto até o final de 2011.
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Com sua pancadaria desenfreada, o disco define e consagra a banda Facada como o principal nome da nova escola de gindcore no Brasil. Misture Nasum com Extreme Noise Terror e Napalm Death... uma pitada do bom e velho sangue brazuca e pronto! O vocal de James ficou mais "nítido" apesar de continuar sujão, como deve ser! As gravações de guitarra foram feitas por Ari, que apesar de estar na Alemanha, deixou 4 músicas prontas quando foi passar férias em Fortaleza, enquanto que Miguel se encarregou de dar continuidade ao petardo. A batera está brutalizando como sempre, pois os caras teem um dos melhores bateristas do metal nacional, apesar de não tão reconhecido como Max Kolesne do Krisiun, o Didi do Subtera ou o Amilcar Christófaro do Torture Squad.
O material dos caras foi enviado pra Suécia e ficou na responsa de William Blackmon, batera da banda Gadget. O cara é produtor, baterista, guitarrista e vocalista dessa banda sueca de grindcore. Organizou tudo por lá e com alguns ajustes deixou tudo muito bom. Típica bolachinha pra enfernizar os vizinhos chatos em uma manhã de domingo...
Satanist é um cover do Filthy Christians , a banda de grindcore sueca mais inglesa que existe. Como ninguém conseguiu a letra original, nem mesmo a própria banda, os caras do Facada fizeram uma livre interpretação! Chovendo Baratas é uma música que tem a letra baseada em um estúdio que eles ensaiavam. Haviam baratas voadoras no local e durante os ensaios algumas caiam por cima dos caras... (risos). Já o cover do DFC (Lucro e o Fim), seria para um Tributo que nunca saiu (ou vai sair), mas enfim, deixaram-na mais crust e assim entrou no disco.