ANÚCIOS PUBLICOS

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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Exclusivo sai o novo cd da Anonymous Hate


NOVO EP DA BANDA ANONYMOUS HATE INTITULADO "RED KHMER". LANÇAMENTO EM PARCERIA COM OS SELOS E DISTROS: MALIGNANT-ART DISTRO, LAB6 MUSIC, REVANCHA DISTRO e RAPTURE RECORDS EM ABRIL/2012 www.myspace.com/anonymoushateap www.facebook.com/anonymoushateband

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Conheçam as bandas do 4° THE DEAD SHALL RISE – METAL FESTIVAL


ANONYMOUS HATE
http://www.myspace.com/anonymoushateap















DECI GONÇALVES

http://www.myspace.com/dercigoncalves







Link

NERVOCHAOS
http://www.myspace.com/nervochaos






DISGRACE AND TERROR

Myspace http://www.myspace.com/disgraceandterror










WARPATH
Myspace http://www.myspace.com/warpathband












AMATRIBO










HIDRAH
Desert Fields na abertura do show do angra em macapá
http://www.youtube.com/watch?v=lzOq4HZHlKY

www.youtube.com
HIdrah -Desert Fields na abertura do show do angra em macapá

METALCAOS
http://mentalcaos.tnb.art.br/

conheça as bandas que irão tocar no festival

Por Jéssica Alves

O texto discorre sobre a banda Amatribo, surgida há oito anos com o simples objetivo de reproduzir músicas de repertório variado e garantir a diversão. Formada atualmente por Maksuel Martins (vocal), Rulan Leão (guitarras), Salomão Alcolumbre (baixo) e Vinii Brito (bateria), que reproduz viscerais canções de trash metal, relatando suas visões acerca dos conflitos e reflexões da humanidade.

Do ponto de vista histórico, o termo tribo consiste uma formação social antes do desenvolvimento de estados. Muitas pessoas utilizam a palavra para definir sociedades indígenas não ocidentais. Já alguns cientistas preferem adotá-lo para referir-se a sociedades organizadas largamente baseadas em corporações de grupos descendentes.

Mas o termo pode ser empregado ainda por um grupo de quatro rapazes, que vivem em um local distante, longe demais das capitais, como diria o poeta, chamado Amapá para nomear um grupo unido por influências e gostos musicais em comum, como a banda Sepultura, que alia sons tribais ao peso do heavy metal, na vertente trash metal.


A história da Amatribo iniciou em novembro de 2002, em Macapá, quando o jovem Maksuel Martins, vocalista decidiu reunir o tal grupo de sete amigos e tocar cover de bandas que eles gostavam de ouvir, em estilos que iam do New Metal ao pop rock nacional. Porém, como é de praxe em todas as bandas, essa formação se desfez naturalmente, devido às divergências de idéias e a necessidade da banda ter finalmente algo que os identificasse. Com a entrada de Rulan na guitarra e Vinii na bateria, o trash metal foi difundido definitivamente na Amatribo.
Após oito anos de existência, completados no último dia 8 de janeiro, o som da banda amadureceu e as influências pesadas ficaram mais evidentes. “No começo tocávamos cover, cada um gostava de ritmos diferentes, bandas diferentes e era tudo misturado. Porém não tínhamos uma identidade definida. Era mais para se divertir. Porém, com o tempo, percebemos que o lance foi ficando cada vez mais sério e decidimos trabalhar com nossas próprias músicas”, afirma o guitarrista Rulan Leão.

Carnaval na Vila do Rock

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

FLAGRVM (São Luís /MA)





Com o fim da Corpse Mutilator em meados de 2008, três dos seus membros, mais especificamente Marcelo Cirrose (guitarra), Léo Corpse(vocal) e Mairon(baixo), resolveram empreender em um novo projeto Death Metal. Naquele momento muitas possibilidades foram cogitadas, contudo, a única certeza era que o trio não podia parar. Afinal, a Corpse Mutilator já havia conquistado respeito na cena metal maranhense e as composições, inteiramente pertencentes a este trio, obtiveram críticas positivas junto aos deathbangers locais.

Toda essa atmosfera impulsionava estes jovens músicos a continuar a batalha pelo Death Metal no Maranhão. O problema residia na composição do line-up, pois, não havia naquele momento grandes opções de escolha em São Luis - Ma, especialmente em se tratado de bateristas. Pois, não basta ser simplesmente baterista pra se predispor a tocar Death Metal, era preciso definir alguém com perfil adequado pra compor o grupo, alguém que tivesse predileção por este estilo e tivesse o feeling de Deathbanger. Afinal, Death Metal é indubitavelmente uma música forte, densa, feita por pessoas, pelo menos na maioria das vezes, com um perfil compatível.

Desta forma, após algum tempo cogitando, foi resolvido entre o grupo que o convite seria feito a Anuar Sadat, ex Raiser Death (1989-1990) e Ânsia de Vômito (1993-1996). O convite foi prontamente aceito e assim sendo estava definido o line –up do novo grupo. O passo seguinte se deu com as reuniões para os primeiros ensaios e as sugestões para a definição do nome da nova banda de Death Metal de São Luis.

Dando continuidade aos trabalhos o grupo definiu como nome FLAGRVM, que significa açoite em latim, acatando a sugestão do amigo Ricardo Lauand, um verdadeiro obcecado por história antiga e filologia. Segundo Lauand, o FLAGRVM foi o instrumento de tortura usado pelos soldados do Império Romano para açoitar Cristo antes da crucificação.

A partir de agosto de 2008, com os primeiros ensaios, as primeiras composições foram surgindo e o som da banda foi naturalmente refletindo a influencia sonora das principais referencias de cada membro. Hoje, é lícito afirmar que a FLAGRVM é uma banda de “Death Metal-pavio curto”. As músicas são relativamente curtas, nervosas, explosivas, intensas e versam abertamente e de forma crua sobre o horror, as desgraças e desastres da natureza humana nas mais diversas formas. A música do FLAGRVM é extremamente “pé no chão”, como quem se predispõe a uma leitura sóbria do lado vil, perverso e asqueroso da humanidade. Tudo que houver de pornográfico, escatológico e desprezível pode se tornar versos, que embalados ao som do açoite romano, hão de retratar com fidedignidade as mais sinceras sensações de agonia e horror.

Indubitavelmente a música do FLAGRVM não pode ser recomendada para pessoas que procuram algo docemente festivo ou calorosamente reconfortante, este é definitivamente um som para os que procuram a perplexidade, a tensão, a inquietação, oriunda das características mais absurdamente macabras do ser humano.

MOA: Clube El diablo


Estará presente no METAL OPEN AIR, mais uma atração que promete garantir muita diversão nas madrugadas do Parque da Independência: O Clube El Diablo.

Serão noites selvagens: muito hard rock, discotecagem, bandas ao vivo e mulheres bonitas. O El Diablo irá manter boa parte dos campistas do festival acordados, mesmo depois dos shows nos palcos principais. Para entrar será necessário adquirir seu PASSAPORTE EL DIABLO antecipadamente por R$ 75 reais – o passaporte será válido para as três noites no clube. MAS ATENÇÃO! Só terão direito à compra de ingressos as pessoas que já adquiriram seus PASSAPORTES para a entrada no evento. Mais informações sobre o início das vendas em breve.


No palco, o som ao vivo e de alta qualidade fica por conta das bandas Fúria Louca, Carro Bomba e Baranga. Além disso, haverá a participação das garotas do Fetish Dolls, animando a noite dos headbangers solitários com performances de tirar o fôlego, além de um bar com drinks temáticos.


O clube El Diablo possui a capacidade para atender a até 1500 headbangers ávidos por diversão e rock and roll nas madrugadas de espera pelas atrações do METAL OPEN AIR. O local passa a receber os fãs assim que a última apresentação do festival terminar na área de shows.


SERVIÇO – CLUBE EL DIABLO
METAL OPEN AIR
Data: 20 (Fúria Louca), 21 (Carro Bomba) e 22 de abril (Baranga)
Participação especial de Fetish Dolls
Abertura: após o último show do palco principal
Local: Parque Independência
Ingressos: R$ 75
Classificação Etária: 18 anos


Realização: Negri Concerts / CKConcerts
Promotor Local: Lamparina Produções
Marcadores: BARANGA, CARRO BOMBA, CLUBE EL DIABLO, FURIA LOUCA, METAL OPEN AIR

MOA anuncia Legion of the Damned



MOA anuncia Legion of the Damned
A Negri Concerts, em parceria com a CKConcerts e Lamparina Produções anuncia mais uma atração internacional no METAL OPEN AIR: diretamente dos países baixos, chega ao festival o LEGION OF THE DAMNED.


LEGION OF THE DAMNED - A banda foi formada em 2004 depois da morte "Occult" e posterior saída do vocalista fundador Rachel Heyzer. Suas letras focam o horror, ocultismo e eventos apocalípticos. Gravaram os seus álbuns "Malevolent Rapture" e "Sons of the Jackal" no renomado estúdio "Stage One" com o produtor "Andy Classen". A edição especial de do seu último lançamento, "Cult of the Dead" veio com um item único em termos de merchandising de metal (e possivelmente de todos os gêneros de música): uma fatia de queijo embalado com o seu logotipo. Essa é uma saudação das suas origens alemãs.


Várias atrações já foram confirmadas: dois dos Big Four, Megadeth e Anthrax prometem fechar dois dos dias do festival em grande estilo, Blind Guardian, Grave Digger, Venom, Dio Disciples, U.D.O., Obituary, Exodus, Destruction, OTEP, Fear Factory e Anvil além das nacionais Matanza, Andre Matos, Korzus, Dark Avenger, Torture Squad, Shaman, Drowned, Unearthly, Attomica, Hangar, Terra Prima, Semblant, Obskure, Headhunter D.C. e Expose Your Hate. Ainda há muitas bandas nacionais e internacionais participantes do METAL OPEN AIR a serem anunciadas em breve.


Ingressos à venda nos sites:
TICKET BRASIL www.ticketbrasil.com.br
METAL OPEN AIR www.metalopenair.com
Marcadores: LEGION OF THE DAMNED, METAL OPEN AIR

MUTILATOR - Belo Horizonte/MG.



MUTILATOR - Belo Horizonte/MG.


A banda Mutilator foi uma das mais representativas do movimento Heavy
Metal Brasileiro na década de 80 e 90. Lançou apenas dois LPs que são
hoje considerados verdadeiras referências para todos que escutam
música pesada no mundo inteiro.
A banda começou em 1985 com o nome de Desaster. Após a entrada de
Sílvio SDN o nome foi mudado para Mutilator.
Gravaram sua primeira demo-tape e com ela conseguem participar da
coletânea Warfare Noise I, lançada em 1986 juntamente com as bandas
Chakal, Sarcófago e Holocausto.
Esta coletânea foi muito importante, pois possibilitou na época que
as pessoas tomassem conhecimento do movimento Heavy Metal em Minas
Gerais que já havia estourado duas bandas: Sepultura e Overdose.
Em 1987, depois da saída de Sílvio SDN, a banda gravou seu primeiro LP
"Immortal Force". O trabalho que o Mutilator mostrou neste álbum é um
Death/ Thrash Metal vigoroso, bastante influenciado por Slayer,
Possessed e Bathory.
A Cogumelo lançou "Immortal Force" pela primeira vez em CD, totalmente
remasterizado, com novo material gráfico e com as faixas de seu
primeiro demo-tape que foram lançadas no LP "Lost Tapes of Cogumelo"
em 1990.
Em 1988 a banda gravou o LP "Into the Strange" com a formação
bastante modificada e com uma orientação de som mais voltada para o
Thrash Metal. Este álbum foi lançado na série Cogumelo Remasters.
Discografia:
Warfare Noise I (LP Coletânea)-1986
Immortal Force (LP) - 1987
Into the Strange (LP) - 1988
The Lost Tapes of Cogumelo (LP) - 1990
Cogumelo Records Compilation (CD) - 2000
Mutilator - Immortal Force (CD) - 2004 remaster
Mutilator - Into the Strange (CD) 2005 remaster

Fonte: Cogumelo Records- Pesquisa
www.cogumelo.com/

O MAIOR FESTIVAL DO NORTE BRASIL -AMAPA



O Amapá realizará nos dias 31/03/12 e 01/04/12 o 4° THE DEAD SHALL RISE - METAL FESTIVAL, que já é considerado pelos fãs do gênero como o maior festival já realizado na cena underground tucujú.
Durante dois dias, 14 bandas locais e nacionais subirão ao palco e levarão diversas vertentes do metal para o público, do heavy tradicional ao thrash metal. E destaque para as bandas veteranas Nervo Chaos (thrash/death), de São Paulo e Disgrace and Terror Thrash/Death), de Belém (PA).
E as bandas locais também quebrarão tudo com a produção autoral e cover que ganhou destaque na mídia nacional especializada no gênero, como a banda Amatribo, que foi destaque no Festival Quebramar (e resenha no site da revista Roadie Crew) realizado em dezembro, e Anonymous Hate (que já ganhou resenha no Whiplash.net).
O evento promete se um dos marcos da cena headbanger no Amapá, reunindo fãs de diversas vertentes do metal. E apesar de os fãs de rock amapaenses já possuírem diversas opções de eventos, essa medida é importante para a cena headbanger, pos ser especificamente voltada para o metal e assim, elevar o diferencial que o estilo trás, que é trabalhar melodias e ritmos mesclado a peso e atitude de destaque.
Serviço
4° THE DEAD SHALL RISE - METAL FESTIVAL
Data: 31/03/12 e 01/04/12
Local: Sede dos Escoteiros - Trem
Horário: a partir das 20h
Ingresso: R$10,00 por dia

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Megadeth: show no Metal Open Air será numa sexta-feira

Postado por Gisela Cardoso

Megadeth: anuncia que show no Metal Open Air será na sexta

Embora a produção do festival Metal Open Air ainda não tenha divulgado a grade de programação do evento, a banda Megadeth anunciou que sua apresentação no festival será na sexta-feira, dia 20 de abril.

O grupo revelou a sua data de apresentação através de um post publicado em seu Twitter,na última quarta-feira (25/01).

Imagem

O Metal Open Air acontece durante os dias 20, 21 e 22 de abril de 2012, no Parque Independência, em São Luís, no Maranhão.

Os ingressos já estão à venda, através do site da Ticket Brasil.

Os preços são R$ 400 (Passaporte Pista, 1º Lote), R$ 850 (Passaporte Camarote + MG Area) e R$ 100 (Passaporte Camping: R$ 100 por pessoa).

Para mais informações,acesse:

http://www.metalopenair.com


METAL OPEN AIR - BANDAS NACIONAIS E INTERNACIONAS







O MAIOR FESTIVAL DE METAL DO BRASIL O VERDADEIRO



BANDAS QUE IRÃO PARTICIPAR DO FESTILVA L DO THE DEAD SHALL RISE



MATINTA PERERA

A Matinta Perera foi uma banda inicialmente formada para ser um projeto de Grindcore de alguns músicos que já tocam há um tempo na cena Local do Hardcore Amapaense, contudo, o projeto deu tão certo que os membros da banda resolveram firmá-la como tal. Matinta Perera é uma banda de Deathcore/Grindcore que tem leves pegadas de fastcore e hardcore (NY) diverge nas outras bandas por conter em suas letras e arranjos uma temática ligada com o folclore nortista e com os batuques de marabaixo (música regional amapaense) tal qual sua leve ligação com temas umbandistas. (lembrando que só a temática das letras lembram as lendas e a cultura umbandista, nada temos contra ou a favor da religião)
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O nome Matinta Perera vem uma personagem do folclore da região norte do Brasil. Diz a lenda que toma a forma de uma velha coberta de preto que passa a noite pelas casas assobiando. No dia seguinte é preciso fazer uma oferenda em forma de tabaco ou alimento. Se não o fizer ela passa a assombrar a família que lhe negou o tabaco ou o alimento, e nunca mais deixará de assombrar a família mal agradecdida. Os relatos também falam da velha bruxa tranformando-se em uma ave, mais precisamente uma coruja branca conhecida na região como (Rasga-Mortalhas).


(Veja também)
http://www.cdpara.pa.gov.br/matinta.php
http://evelendas.blogspot.com/2007/09/matinta-pereira.html

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A banda já tocou em grandes eventos no decorrer do curto período de estrada que tem mas mesmo assim já conquistou o carisma e respeito do público na cena local.

A BANDA MATINTA PERERA JÁ TOCOU EM:

*** Macapá-AP ***
* Porão HC - 2010
* Liberdade ao Rock - 2010
* Rock Fury - 2010
* Liberdade ao Rock - 2011
* Grito Rock - 2011
* Rock Fury - 2011
* Dia Mundial do Rock - 2011
* Garagem Universitária - 2011
* Equador Verão - 2011
* Prévias Quebramar* - 2011
* Festival de Imagem e Som - 2011
* Festival Quebramar - 2011
* Amapanime - 2011
* Liberdade ao Rock Especial Fim de ano - 2011

.

Integrantes:
.
Diego Bucchyeri na Guitarra,
Murillo Rodrigues no Vocal,
Fellipe Fonseca no Contra-baixo,
Iann Magalhães na Bateria/Percussão
Talison Helden na Percussão/Voz
.

Telefone: 96 9176-4064
E-mail: iann.magalhaes@gmail.com

Origem: Macapá - ap (Brasil)

Residência: Macapá - ap (Brasil)

Estilo
Metal, DeathCore, GrindCore, Batuque, Marabaixo, Carimbó.

METAL CAOS

mentalcaosO mental caos é uma banda bem nova no circuito. tendo uma proposta seria em seu trabalho autoral, a banda tocou em poucus eventos conceituado tais como; o dia mundial do rock, o garagem universitaria dentre outros, o mental caos atualmente esta compondo novas canções e ralando muito na cena indenpendente local, visando sempre o merito de seu trabalho..
influênciado pelos sons mais recriminados pela a sociedade e pelas bandas mais criticadas na midia o mental defende uma ideologia bem diferente de se vêr..
com sons pessados e melodias gritadas, faz o diferencial em suas atitudes e em suas canções.

Integrantes:
rogerio moraes-bateria
junior-baixo
cleiton-guitarra
tico souza-voval

Telefone: (96)-81371368
E-mail: tiquinhotc@gmail.com

Origem: Macapá - ap (Brasil)

Residência: Macapá - ap (Brasil)

Estilo
crossover

4° THE DEAD SHALL RISE - METAL FESTIVAL


SEDE DOS ESCOTEIROS - BAIRRO DO TREM

Descrição
4° THE DEAD SHALL RISE – METAL FESTIVAL
O MAIOR FESTIVAL DE METAL DO AMAPÁ

31/03 E 01/04 (SÁBADO E DOMINGO)

(31/03 - SÁBADO)
ANTROFETIDO (PA)
WARPATH (PA)
DERCI GONÇALVES (PA)
HIDRAH (AP)
AMATRIBO (AP)
CARNNYVALE (AP)
MENTAL CAOS (AP)

(01/04 - DOMINGO)
NERVO CHAOS (SP)
DISGRACE AND TERROR (PA)
BAIXO CALÃO (PA)
ANONYMOUS HATE (AP)
MATINTA PERERA (AP)
CARNAL REMAINS (AP)
OBTHUS (AP)

INGRESSO: 20,00 (02 DIAS)
OS 100 PRIMEIROS INGRESSOS TERÃO DIREITO A UM CD

LOCAL: SEDE DOS ESCOTEIROS – TREM
INICIO: 20:00 HRS

sábado, 7 de janeiro de 2012

METAL DO AMAPA E DESTAQUE NACIONAL: ROADIE CREW





Live Evil


FESTIVAL QUEBRAMAR
Fortaleza De São José De Macapá - Macapá (AP)
06 a 11 de dezembro de 2011
Por Luiz Carlos Vieira

Havia uma certeza quando nos deslocamos à Macapá, capital do Estado do Amapá, para efetuar a cobertura do "Festival Quebramar", enfrentaríamos o inclemente calor equatorial que assola por aquelas latitudes. No entanto, diferentemente de outras capitais da região Norte, Macapá é abençoada por uma constante brisa que sopra do Rio Amazonas, tornando as noites muito mais agradáveis. Realizado pelo Coletivo Palafita, com apoio do Ministério da Cultura, Governo do Amapá e Petrobrás, o evento chegou a sua quarta edição consolidando-se como um dos maiores propulsores da cultura no Estado do Amapá. Foram seis dias dedicados à música, teatro, fotografia, dentre outras vertentes culturais.

Um dos grandes destaques do festival a se ressaltar é sua localização, à beira do Rio Amazonas, no anfiteatro da Fortaleza se São José de Macapá. Esta que é uma das maiores e mais belas fortificações do nosso país – foi construída no século XVIII pelos portugueses a fim de proteger as terras amazônicas. Contudo, felizmente, nunca fora utilizada para fins belicistas e atualmente é utilizada apenas para fins turísticos, servindo como belo "pano de fundo" para um dos melhores e mais promissores festivais do Norte do Brasil.

O cast é bem diversificado, abrangendo diversas vertentes musicais, desde o Marabaixo – dança típica do Amapá – até o Heavy Metal. Com o sábado totalmente dedicado ao Heavy Metal, os paulistanos do Torture Squad se apresentaram juntamente com bandas locais. Com o maior público do festival, a noite do Metal, também conhecida como Pólvora, teve início com a banda Novos e Usados, vencedora da seletiva do "Festival Quebramar". Em pouco mais de 20 minutos a banda apresentou seu competente Rock'n'Roll com letras de cunho sensual.
Na sequência, Matinta Perera, banda que tem seu nome inspirado em uma lenda do norte, apresentou seu Grind/Deathcore com algumas passagens interessantes, incluindo elementos de batuques de marabaixo, o já citado estilo local. Os macapaenses do Prolepse foram os próximos a se apresentar. Com influências de Offspring, Dead Fish e Bad Religion, mostrou seu Hardcore melódico ao público que a essa hora começava a chegar em peso. Outra banda de Hardcore veio a seguir, Radiovoxx, mantendo público aquecido. Paralelamente às apresentações musicais, a artista Roberta Carvalho apresentava seu projeto Symbiosis, onde arte e natureza se unem, criando uma escultura viva na copa de árvores, através de projeções de luz.
Uma das grandes surpresas da noite foi a Amatribo. Formada há aproximadamente nove anos, a banda surpreendeu pelo seu Thrash Metal influenciado por Sepultura e Overdose (fase Progress Of Decadence). Com músicas bem trabalhadas e cantadas em português, o grupo apresentou um set coeso, gerando uma ótima resposta do público presente, haja vista a experiência que têm na cena local. Ótimo show!

A seguir, outro grande representante do Thrash Metal amapaense, Profetika. Com momentos em que éramos remetidos aos alemães do Destruction e outros sob forte influência de Slayer, a banda apresentou ótimas composições de seu EP Serial Killer. Outro grande nome da cena amapaense, Amaurose, apresentou seu Death/Metalcore levando o público agitar constantemente durante o set. Restou evidente o respeito que o público do Amapá nutre por essa formação. Por momentos a sonoridade lembrava o saudoso Massacre.

Fechando a participação das bandas locais, o Marttyrium subiu ao palco e apresentou seu Death Metal com as composições de seu recente EP, Bloodbath. Uma das únicas locais a cantar em inglês, demonstrou o porquê de ser uma das melhores bandas do Amapá. Com um set enérgico o Marttyrium cumpriu muito bem seu papel de destaque antes dos headliners.

Após um curto intervalo e com o público devidamente aquecido e sedento por ouvir um dos maiores nomes da cena nacional, o Torture Squad sobe ao palco com Generation Dead, do mais recente álbum, Aequilibrium. Na sequência, mesmo com alguns problemas técnicos na guitarra de André Evaristo, o Torture mostrou toda sua experiência adquirida ao longo de quase 19 anos de estrada. Enquanto o problema técnico não era resolvido, Amilcar Christófaro chamou a "responsabilidade" para si, deixando o público boquiaberto com um estrondoso solo de bateria.

Problemas resolvidos, público ensandecido com a sequência de Living For The Kill, Unholy Spell e Raise Your Horns. A seguir, Vitor Rodrigues anuncia a próxima música e o mais recente videoclipe da banda, Holiday In Abu Ghraib. Era impossível ficar incólume à sequência apresentada. Chegara a hora da apresentação do novo integrante, o guitarrista André Evaristo. Após o anúncio, Storms e Black Sun foram as próximas a ser executadas. Com a promessa de regressarem ao Amapá, a banda ainda tocou Pandemonium e, para finalizar, anunciando o caos que se instalara no público, Chaos Corporation.

O Amapá nunca mais será o mesmo depois desta brilhante apresentação de Vitor Rodrigues, Castor, Amilcar Christófaro e André Evaristo! No dia seguinte, ainda houve oportunidade para alguns momentos de interação com os fãs e músicos da cena local. Em um dos prédios históricos localizados dentro da Fortaleza de São José de Macapá, houve um debate sobre os rumos do Metal, onde participei ao lado de Vera Kikuti (empresária do Torture Squad) e do baterista Amilcar Christófaro.

Após o divertido debate, ainda houve tempo para uma 'Rodada de Negócios', onde integrantes das bandas locais aproveitaram para esclarecer dúvidas e entregar material. Para finalizar o dia, o Torture Squad aproveitou o cenário espetacular da Fortaleza à beira do Rio Amazonas e realizou uma sessão fotográfica. Excelente festival com as bandas locais despontando, finalizado com uma verdadeira aula de simplicidade, simpatia e técnica do Torture Squad!